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    <title>DSpace Coleção:</title>
    <link>http://repositorio.asces.edu.br/handle/123456789/2874</link>
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    <pubDate>Thu, 23 Oct 2025 23:54:01 GMT</pubDate>
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      <title>Anais do II Congresso Multiprofissional de Saúde: construção da nova realidade e as transformações na saúde Asces Unita, 29</title>
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      <description>Título: Anais do II Congresso Multiprofissional de Saúde: construção da nova realidade e as transformações na saúde Asces Unita, 29
Autor(es): BEZERRA, Adrya Lúcia Peres
Resumo: O Ocimum b. L., popularmente conhecido como manjericão, alfavaca ou alfavaca-cheirosa, é uma planta medicinal aromática, de valor econômico mundial. No Brasil é usada como tempero, utilizada na medicina popular e associada à produção de formas farmacêuticas à serem administradas em indivíduos. Questiona-se a toxicidade do material orgânico escolhido em comparação ao convencional para esses fins. Objetivo: Avaliar a toxicidade do extrato bruto seco do manjericão orgânico e comparar a mesma com o manjericão convencional. Material e Métodos: Trata-se de um estudo experimental e laboratorial, do tipo pesquisa-ação. As amostras vegetais foram provenientes de fornecedores idôneos, sendo atestada de acordo com as recomendações da farmacopéia brasileira, diante isto a mesmas passaram por ensaios laboratoriais que avaliaram sua toxicidade. O presente estudo foi realizado nos laboratórios do Centro Universitário Tabosa de Almeida (ASCES-UNITA), em Caruaru-PE. Possui um delineamento do tipo experimental laboratorial, no qual foi avaliado o potencial toxicológico agudo do extrato bruto seco das folhas do Ocimum basilicum L. produzido por cultivo orgânico em comparação ao convencional. O exsicato foi depositado no Horto Botânico do Instituto de Pesquisa Agronômica de Pernambuco (IPA-PE). Resultado: Em termos comparativos verificou-se que os extratos advindos da planta obtida por cultivo orgânico possuem perfil toxicológico diferente do obtido de modo convencional. Quando comparado ao manjericão orgânico, o convencional apresentou maior toxicidade de acordo com o ensaio, sendo sua CL50: 775,459 956 μg/mL com toxicidade crescente em todas em todas as concentrações. Quanto a mobilidade e número de _A. salina_ vivas em consequências do aumento da concentração do extrato, pode-se observar diminuição em todas as concentrações. Discussão: Um estudo realizado com extrato da folha do manjericão convencional, buscou determinar também a toxicidade frente a Artemia salina Leach e o mesmo o caracteriza como levemente tóxico. A diferença de toxicidade quando comparado ao orgânico, que é praticamente atóxico pode ser justificada pelo processo de produção de produção sem a presença de um agente agrotóxico, assim, há diminuição do estresse da planta uma vez que ela é cultivada em um ambiente com as melhores condições propícias para o seu crescimento no tempo hábil, sem haver estimulação do ciclo da planta. Avaliando o extrato metanólico das folhas da espécie orgânica foi possível determinar que o extrato testado não é tóxico para Artemia salina Leach (com CL50 igual 926,459 956μg/mL). Sendo considerados praticamente atóxico, diferentemente do extrato obtido por cultivo convencional. Conclusão: Dado os resultados, conclui-se, que o manjericão na sua forma orgânica quando comparado ao convencional, apresenta menor toxicidade.&#xD;
Esses dados corroboram com o avanço de pesquisas que buscam o uso do manjericão na sua forma orgânica como fitoterápico e demais formas de uso.</description>
      <pubDate>Wed, 29 Sep 2021 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2021-09-29T00:00:00Z</dc:date>
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