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    <title>DSpace Communidade:</title>
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    <dc:date>2026-04-04T09:16:44Z</dc:date>
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    <title>A construção da fraternidade e do humanismo: contribuição das ciências humanas, sociais aplicadas e da saúde</title>
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    <description>Título: A construção da fraternidade e do humanismo: contribuição das ciências humanas, sociais aplicadas e da saúde
Autor(es): ANDRADE, Fernando Gomes de
Resumo: Com grande alegria apresentamos a primeira publicação do Instituto de Estudos Avançados do Centro Universitário Tabosa de Almeida (IEA ASCES-UNITA), com artigos de pesquisadores internos, externos e colaboradores do supramencionado Instituto. O IEA ASCES-UNITA é um instituto de pesquisa e de formação de excelência voltado à integração com outras instituições, com a comunidade acadêmica e com a sociedade em geral, para tanto realiza suas atividades na sede física, localizada no Campus de Caruaru (PE) e está articulado a partir de redes colaborativas com pesquisadores e instituições em âmbito regional, nacional e internacional.</description>
    <dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>II Fórum Regional de Metodologias Ativas no Ensino Superior</title>
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    <description>Título: II Fórum Regional de Metodologias Ativas no Ensino Superior
Autor(es): ANDRADE, Ana Paula Cavalcante Luna de; OLIVEIRA, Sibele Ribeiro de
Resumo: Importante contributo ao desenvolvimento da educação, o II FÓRUM REGIONAL DE METODOLOGIAS ATIVAS NO ENSINO SUPERIOR, além das profícuas discussões ao longo de toda programação, da reunião de docentes e socialização das experiências exitosas do processo de ensino e aprendizagem, gera mais um fruto a ser compartilhado com a comunidade, qual seja esta obra coletiva reunindo 16 artigos e 45 resumos os quais trazem subsídios teóricos e práticos.</description>
    <dc:date>2022-11-19T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Sharenting: imperioso falar em direito ao esquecimento</title>
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    <description>Título: Sharenting: imperioso falar em direito ao esquecimento
Autor(es): WAGNER, Bianca Louise; VERONESE, Josiane Rose Petry
Resumo: A obra que tenho a honra de apresentar versa sobre tema dos mais atuais e relevantes nos dias que correm, pois aborda o Direito da Criança e Adolescente desafiado pelas práticas empreendidas no ambiente digital. Nesse cenário dinâmico e ditado pelo ritmo do mercado das tecnologias, as experiências de vida parecem somente ganhar sentido se estiverem mediadas por tecnologias, e a conjugação do verbo ser parece ter cedido lugar ao “postar”, “curtir” e “compartilhar”. No afã de ser visto, lido, comentado, as pessoas não hesitam em divulgar suas “dores e amores” e, não satisfeitos com sua própria exposição, expõem seus filhos e filhas desde tenra idade. No tempo das redes, absolutamente tudo se torna commodity para um mercado de vigilância voraz.&#xD;
Sob a falsa (e até ingênua) crença de exercer a liberdade de expressão, as pessoas se enredam nas tramas da rede e não encontram limites para o que publicam, num processo de objetificação do ser. Esse fenômeno de espetacularização de vidas torna-se mais dramático, no entanto, quando quem é desmedidamente exposto não tem poder para decidir ou se insurgir contra essas ações, empreendidas exatamente por aqueles que, na condição de pais ou responsáveis, deveriam atuar sob a ética do cuidado. É sobre essa prática de compartilhamento de imagem, vida privada, intimidade e dados pessoais de crianças e adolescentes, realizada pelos pais, denominada sharenting, que trata essa atual e importante obra.&#xD;
8&#xD;
Embasada na melhor doutrina sobre o tema da infância e adolescência, as autoras conduzem o leitor a que compreenda a evolução histórica desse ramo do Direito, passando por seus principais marcos normativos em âmbito internacional e nacional. Tal abordagem se mostra essencial para que se perceba a evolução normativa e doutrinária deste importante ramo do Direito, dotado de uma principiologia própria e que transcende o disposto no Estatuto da Criança e Adolescente (Lei nº 8.069/1990), posto que em constante evolução. Compreende-se, a partir dela, que crianças e adolescentes são sujeitos de direitos e, como tal, não podem ser tratados como objetos de intervenção, quer seja da família, da sociedade ou do Estado. Mas é justamente essa condição de “ser pessoa em desenvolvimento”, com direitos de personalidade e com dignidade que são desconsiderados pelos familiares que realizam o sharenting.&#xD;
Com propriedade e domínio do tema, as autoras propõem rico diálogo entre Direito da Criança e do Adolescente, Direito Civil, Constitucional e o incipiente Direito Digital, pois abordam o Marco Civil da Internet e a Lei Geral de Proteção de Dados. Destacam os direitos de personalidade de crianças e adolescentes sob as lentes constitucionais e sustentam, com indiscutível acerto, a necessidade de que seja respeitados os direitos e resguardada a dignidade desses sujeitos em desenvolvimento. Ao avançar pelo exame cuidadoso dos direitos fundamentais e de personalidade atingidos pelo sharenting, a obra analisa riscos e benefícios, bem como joga luzes sobre toda a celeuma que envolve o direito ao esquecimento. Atualizada e provocativa, a obra brinda o leitor com análise do tema pelos mais diversos ângulos, o que reúne informações sobre o seu tratamento em âmbito internacional e nacional. No âmbito interno revela e discute entendimento recente do Supremo Tribunal Federal sobre o direito ao esquecimento. A partir dessas bases, avança para a discussão de casos atuais, em que crianças e adolescentes tiveram suas vidas objetificadas e monetizadas pelos próprios pais. A atualidade, densidade e o rigor da análise, combinados com sua linguagem fluida e sensível a tornam leitura obrigatória não somente para juristas, mas para todos aqueles que se importam com a proteção integral de Crianças e Adolescentes. Certamente a obra constitui em rica contribuição para (re)pensar o Direito da Criança e Adolescente no marco da fluidez das redes.</description>
    <dc:date>2022-10-25T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Sociedade Digital: desafios para a Fraternidade</title>
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    <description>Título: Sociedade Digital: desafios para a Fraternidade
Autor(es): VERONESE, Josiane Rose Petry; FONSECA, Reynaldo Soares da; ROSSETTO, Geralda Magella de Faria; OLIVEIRA, Olga Maria Boschi Aguiar de
Resumo: O que deveria ser um mundo sem fronteiras, de unidade planetária, tamanha a&#xD;
conectividade, transforma-se em palco de ódio, de proliferação de fake news, da explosão de&#xD;
preconceitos, cenas de guerra.&#xD;
A fraternidade traz, entre seus elementos essenciais, a dignidade da pessoa humana, e&#xD;
na contemporaneidade liga-se, conecta-se à sociedade digital, mas a ela não se submete de modo&#xD;
servil, antes, diz com determinação: é imperiosa uma cooperação digital. De tal modo, uma sociedade que se edificasse na e com a Fraternidade, deveria ao&#xD;
entrelaçar-se com a tecnologia, ser um farol no combate a todas as práticas discriminatórias;&#xD;
deveria ter uma compreensão de que o trabalho há de ser sempre decente e não aviltante.&#xD;
Muitos são os movimentos que não se conformam com as intolerâncias de todos os tipos&#xD;
e matizes, por exemplo, as intolerâncias de natureza religiosa, o que tem suscitado práticas&#xD;
opostas a isso e fomentadoras de respeito mútuo, de compreensão das diferenças e sua a riqueza.&#xD;
Discussões das mais variadas podem e devem ser tomadas, apreendidas pela&#xD;
Fraternidade, como é o caso de uma possível cooperação da tributação internacional ou mesmo&#xD;
como meio de enfrentamento dos desatinos consumeristas.&#xD;
Tantos são os desafios, como a questão da Justiça Digital, a qual deve tornar-se acessível&#xD;
fraternalmente para todos. E nesse contexto, que os processos por videoconferências, os quais&#xD;
terão continuidade, mesmo findando a pandemia da Covid-19, não se constituam como salas&#xD;
frias, encerradas numa tela, negatórias do ser sujeito de direitos, pois robotizados.&#xD;
Acrescente-se, ainda, uma grande preocupação neste cenário virtual: como assegurar às&#xD;
nossas crianças e adolescentes o direito ao lazer? O direito de brincar? Devem as ruas, parques,&#xD;
museus, serem substituídos por uma tela?&#xD;
Enfim, muitos são as dúvidas frente a um mundo cada vez mais digitalizado, sem a&#xD;
necessária relação entre pessoas, sujeitos de amorosidade relacional.&#xD;
Comungamos os avanços tecnológicos, que extraiamos deles o melhor a conectividade&#xD;
que conduz à cooperação e, assim, sejamos sujeitos atentos e verdadeiros nesse processo que,&#xD;
de modo algum, poderia nos barbarizar, no sentido de diminuir algo que não tem preço: o valor&#xD;
da relacionalidade.</description>
    <dc:date>2022-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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