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    <title>DSpace Coleção:</title>
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    <title>Anais do I Congresso de Serviço Social da Faculdades Asces - O Social em tempos de crise: implicações e desafios para os direitos e as políticas sociais</title>
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    <description>Título: Anais do I Congresso de Serviço Social da Faculdades Asces - O Social em tempos de crise: implicações e desafios para os direitos e as políticas sociais
Autor(es): ALBUQUERQUE, Juliene Tenório de; RABELO, Josinês Barbosa
Resumo: Os artigos analisados mostram que discutir tecnologia em saúde é analisar o germinar eficaz de saberes, procedimentos e intervenções no processo saúde-doença. Dos cinco artigos utilizados, 60% classificam as tecnologias em três categorias: tecnologias duras, referente ao uso de normas, estruturas organizacionais e máquinas, tecnologias leve-duras compreende os saberes estruturados no processo de trabalho em saúde e as tecnologias leves, que se referem às relações, de produção de comunicação, de acolhimento, de vínculos, de autonomização. O trabalho em saúde não pode ser explícito nos equipamentos utilizados, mas em relações interpessoais. O “trabalho vivo em ato” trazido por um dos autores reúne as diferentes tecnologias na medida necessária para resolver o problema de saúde. Quarenta por cento dos artigos revelam que a produção da tecnologia leve se dá através de um processo onde um sujeito atua sobre o outro, além disso, traz a importância da utilização nas práticas assistenciais, pois embora as três categorias das tecnologias se inter-relacionem, só as tecnologias leves são capazes de propiciar o acolhimento necessário. Se há um empobrecimento na utilização de tais tecnologias, há maior articulação entre as tecnologias leve-duras e duras, o que pode reduzir o profissional a uma unidade de procedimentos. Quando há domínio das tecnologias duras, os processos de trabalho estão mais comprometidos com o uso desta forma de tecnologia do que com os problemas de saúde que devem enfrentar.</description>
    <dc:date>2015-09-30T00:00:00Z</dc:date>
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