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    <title>Sociedade Digital: desafios para a Fraternidade</title>
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    <updated>2022-05-24T13:39:17Z</updated>
    <published>2022-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Sociedade Digital: desafios para a Fraternidade
Autor(es): VERONESE, Josiane Rose Petry; FONSECA, Reynaldo Soares da; ROSSETTO, Geralda Magella de Faria; OLIVEIRA, Olga Maria Boschi Aguiar de
Resumo: O que deveria ser um mundo sem fronteiras, de unidade planetária, tamanha a&#xD;
conectividade, transforma-se em palco de ódio, de proliferação de fake news, da explosão de&#xD;
preconceitos, cenas de guerra.&#xD;
A fraternidade traz, entre seus elementos essenciais, a dignidade da pessoa humana, e&#xD;
na contemporaneidade liga-se, conecta-se à sociedade digital, mas a ela não se submete de modo&#xD;
servil, antes, diz com determinação: é imperiosa uma cooperação digital. De tal modo, uma sociedade que se edificasse na e com a Fraternidade, deveria ao&#xD;
entrelaçar-se com a tecnologia, ser um farol no combate a todas as práticas discriminatórias;&#xD;
deveria ter uma compreensão de que o trabalho há de ser sempre decente e não aviltante.&#xD;
Muitos são os movimentos que não se conformam com as intolerâncias de todos os tipos&#xD;
e matizes, por exemplo, as intolerâncias de natureza religiosa, o que tem suscitado práticas&#xD;
opostas a isso e fomentadoras de respeito mútuo, de compreensão das diferenças e sua a riqueza.&#xD;
Discussões das mais variadas podem e devem ser tomadas, apreendidas pela&#xD;
Fraternidade, como é o caso de uma possível cooperação da tributação internacional ou mesmo&#xD;
como meio de enfrentamento dos desatinos consumeristas.&#xD;
Tantos são os desafios, como a questão da Justiça Digital, a qual deve tornar-se acessível&#xD;
fraternalmente para todos. E nesse contexto, que os processos por videoconferências, os quais&#xD;
terão continuidade, mesmo findando a pandemia da Covid-19, não se constituam como salas&#xD;
frias, encerradas numa tela, negatórias do ser sujeito de direitos, pois robotizados.&#xD;
Acrescente-se, ainda, uma grande preocupação neste cenário virtual: como assegurar às&#xD;
nossas crianças e adolescentes o direito ao lazer? O direito de brincar? Devem as ruas, parques,&#xD;
museus, serem substituídos por uma tela?&#xD;
Enfim, muitos são as dúvidas frente a um mundo cada vez mais digitalizado, sem a&#xD;
necessária relação entre pessoas, sujeitos de amorosidade relacional.&#xD;
Comungamos os avanços tecnológicos, que extraiamos deles o melhor a conectividade&#xD;
que conduz à cooperação e, assim, sejamos sujeitos atentos e verdadeiros nesse processo que,&#xD;
de modo algum, poderia nos barbarizar, no sentido de diminuir algo que não tem preço: o valor&#xD;
da relacionalidade.</summary>
    <dc:date>2022-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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