<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
  <title>DSpace Coleção:</title>
  <link rel="alternate" href="http://repositorio.asces.edu.br/handle/123456789/2024" />
  <subtitle />
  <id>http://repositorio.asces.edu.br/handle/123456789/2024</id>
  <updated>2026-04-04T13:26:04Z</updated>
  <dc:date>2026-04-04T13:26:04Z</dc:date>
  <entry>
    <title>Caderno de atenção domiciliar</title>
    <link rel="alternate" href="http://repositorio.asces.edu.br/handle/123456789/2033" />
    <author>
      <name>BRASIL, Ministério da Saúde</name>
    </author>
    <id>http://repositorio.asces.edu.br/handle/123456789/2033</id>
    <updated>2019-07-12T20:55:29Z</updated>
    <published>2012-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Caderno de atenção domiciliar
Autor(es): BRASIL, Ministério da Saúde
Resumo: Apesar dos avanços conquistados com o SUS, no que diz respeito ao acesso a ações e serviços de saúde, e da&#xD;
expressiva ampliação da atenção básica por meio da Estratégia Saúde da Família, com o objetivo de reorientar a&#xD;
forma como vinha sendo produzida a saúde, podemos afirmar que o modelo de atenção à saúde predominante&#xD;
no Brasil ainda é centrado no hospital e no saber médico, é fragmentado, é biologicista e mecanicista.&#xD;
A consequência desse modelo de atenção, o chamado modelo médico hegemônico liberal ou modelo da&#xD;
medicina científica (SILVA JR., 2006), é a ineficiência, constatada nos crescentes custos gerados pela incorporação&#xD;
acrítica de tecnologias com uma contrapartida decrescente de resultados. A ineficácia diz respeito à incapacidade&#xD;
de enfrentar problemas de saúde gerados no processo de urbanização desenfreada e complexificação das&#xD;
sociedades, tais como as doenças crônico-degenerativas, psicossomáticas, neoplasias, violência, entre outras.</summary>
    <dc:date>2012-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Caderno de atenção domiciliar</title>
    <link rel="alternate" href="http://repositorio.asces.edu.br/handle/123456789/2031" />
    <author>
      <name>BRASIL, Ministério da Saúde</name>
    </author>
    <id>http://repositorio.asces.edu.br/handle/123456789/2031</id>
    <updated>2019-07-12T20:54:57Z</updated>
    <published>2013-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Caderno de atenção domiciliar
Autor(es): BRASIL, Ministério da Saúde
Resumo: Gerir o cuidado é prover ou disponibilizar tecnologias de Saúde de acordo com as necessidades de cada&#xD;
pessoa ao longo da vida, visando ao seu bem-estar, segurança e autonomia para seguir com uma vida produtiva&#xD;
e feliz. A gestão do cuidado em saúde apresenta diversas dimensões interdependentes, que operam com lógicas&#xD;
diferentes e dependentes da ação ou do protagonismo de múltiplos atores (CECÍLIO, 2009).&#xD;
Para discutir a gestão do cuidado na atenção domiciliar (AD), serão utilizadas as dimensões do cuidado&#xD;
apresentadas por Cecílio (2009) no artigo “A morte de Ivan Ilitch, de Leon Tolstói: elementos para se pensar as&#xD;
múltiplas dimensões da gestão do cuidado” e, a seguir, apresentados alguns arranjos e dispositivos úteis para&#xD;
qualificar a gestão do cuidado no âmbito do SUS. Este artigo reflete as múltiplas dimensões da gestão do cuidado&#xD;
em saúde (profissional, organizacional e sistêmica) que são complementares e não guardam relação de hierarquia&#xD;
entre si.</summary>
    <dc:date>2013-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
</feed>

