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  <title>DSpace Communidade:</title>
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  <updated>2025-10-24T00:02:42Z</updated>
  <dc:date>2025-10-24T00:02:42Z</dc:date>
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    <title>Protocolo clínico e diretrizes terapêuticas para atenção integral às pessoas com infecções sexualmente transmissíveis</title>
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      <name>BRASIL, Ministério da Saúde</name>
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    <updated>2019-10-11T20:41:21Z</updated>
    <published>2005-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Protocolo clínico e diretrizes terapêuticas para atenção integral às pessoas com infecções sexualmente transmissíveis
Autor(es): BRASIL, Ministério da Saúde
Resumo: Este é o primeiro Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) para Atenção Integral às&#xD;
Pessoas com Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) publicado pelo Departamento de DST, Aids&#xD;
e Hepatites Virais (DDAHV)/Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS)/Ministério da Saúde (MS). A&#xD;
última publicação correlata foi editada em 2006, no formato de manual.&#xD;
O PCDT visa a melhorar a qualidade da atenção à saúde das pessoas com IST no país, sendo baseado&#xD;
em extensa revisão de evidências científicas e validado em discussões com especialistas. É um&#xD;
documento que orienta o papel dos gestores no manejo programático e operacional desses agravos,&#xD;
bem como as ações dos profissionais de saúde na triagem, diagnóstico, tratamento e ações de prevenção&#xD;
às populações-chave e/ou pessoas com IST e suas parcerias sexuais.&#xD;
A terminologia Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) passa a ser adotada neste Protocolo,&#xD;
em substituição à expressão Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST), em consonância com a utilização&#xD;
internacional empregada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), pela Organização Pan-&#xD;
-Americana da Saúde (Opas), pela sociedade científica e por alguns países. Nesse contexto, alerta-se a&#xD;
população sobre a possibilidade de ter e transmitir uma infecção, mesmo sem sinais e sintomas, o que&#xD;
aponta para estratégias de atenção integral, eficaz e resolutiva.&#xD;
As IST são frequentes, têm múltiplas etiologias e apresentações clínicas, e causam impacto na&#xD;
qualidade de vida das pessoas, nas relações pessoais, familiares e sociais. Considerando a prevenção&#xD;
combinada como uma nova abordagem de Política Pública, que envolve diversas formas de prevenção&#xD;
e assistência, propõe-se neste PCDT uma atenção estratégica, combinando, quando disponível,&#xD;
triagem e tratamento das IST assintomáticas e manejo das IST sintomáticas com uso de fluxogramas.&#xD;
O diagnóstico e tratamento das pessoas com IST e de suas parcerias sexuais interrompe a cadeia de&#xD;
transmissão, prevenindo outras infecções e possíveis complicações.&#xD;
Nesses últimos dois anos, o DDAHV tem feito valer seu nome e as IST têm sido uma prioridade,&#xD;
sendo este PCDT um dos produtos da nova fase. Entre as infecções dessa natureza, a sífilis congênita e&#xD;
a sífilis em adultos são tratadas como prioridade da atual gestão, e o DDAHV estabelece e apoia estratégias&#xD;
para redução das IST, em conjunto com estados, municípios, organizações não governamentais,&#xD;
entidades de classe e demais instituições envolvidas com o tema.</summary>
    <dc:date>2005-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS - PNPIC-SUS</title>
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      <name>BRASIL, Ministério da Saúde</name>
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    <updated>2019-10-11T20:39:00Z</updated>
    <published>2006-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS - PNPIC-SUS
Autor(es): BRASIL, Ministério da Saúde
Resumo: No cumprimento de suas atribuições de coordenação do Sistema Único de Saúde e de estabelecimento de políticas para garantir a integralidade na atenção à saúde, o Ministério da Saúde apresenta a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) no SUS, cuja implementação envolve justificativas de natureza política, técnica, econômica, social e cultural. Esta política atende, sobretudo, à necessidade de se conhecer, apoiar, incorporar e implementar experiências que já vêm sendo desenvolvidas na rede pública de muitos municípios e estados, entre as quais destacam-se aquelas no âmbito da Medicina Tradicional ChinesaAcupuntura, da Homeopatia, da Fitoterapia, da Medicina Antroposófica e do Termalismo-Crenoterapia.</summary>
    <dc:date>2006-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Violência obstétrica “parirás com dor”</title>
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      <name>REDE PARTO DO PRINCÍPIO</name>
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    <updated>2019-10-11T20:38:45Z</updated>
    <published>2012-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Violência obstétrica “parirás com dor”
Autor(es): REDE PARTO DO PRINCÍPIO
Resumo: A Parto do Princípio – Mulheres em Rede pela Maternidade Ativa1 é composta por mais de 300 mulheres em 22 Estados brasileiros e que trabalham voluntariamente na divulgação de informações sobre gestação, parto e nascimento baseadas em evidências científicas e nas recomendações da Organização Mundial da Saúde. &#xD;
Acreditamos que a mulher deve ser a protagonista de sua história e, assim, deve ter poder de decisão sobre seu corpo, liberdade para dar à luz e acesso a uma assistência à saúde adequada, segura, qualificada, respeitosa, humanizada e baseada em evidências científicas. Para tanto, no pré-natal, no parto e no pós-parto, a mulher precisa ter apoio de profissionais e serviços de saúde capacitados que, acima de tudo, estejam comprometidos com a fisiologia do nascimento e respeitem a gestação, o parto e a amamentação como processos sociais e fisiológicos.</summary>
    <dc:date>2012-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Diretrizes nacionais de assistência ao parto normal: versão resumida</title>
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      <name>BRASIL, Ministério da Saúde</name>
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    <updated>2019-10-11T20:38:18Z</updated>
    <published>2017-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Diretrizes nacionais de assistência ao parto normal: versão resumida
Autor(es): BRASIL, Ministério da Saúde
Resumo: O nascimento no ambiente hospitalar se caracteriza pela adoção de várias tecnologias e procedimentos com o objetivo de torná-lo mais seguro para a mulher e seu bebê. Se por um lado, o avanço da obstetrícia contribuiu com a melhoria dos indicadores de morbidade e mortalidade materna e perinatais, por outro permitiu a concretização de um modelo que considera a gravidez, o parto e o nascimento como doenças e não como expressões de saúde, expondo as mulheres e recém-nascidos a altas taxas de intervenções, que deveriam ser utilizadas de forma parcimoniosa e apenas em situações de necessidade, e não como rotineiras. Esse excesso de intervenções deixou de considerar os aspectos emocionais, humanos e culturais envolvidos no processo, esquecendo que a assistência ao nascimento se reveste de um caráter particular que vai além do processo de parir e nascer. Quando as mulheres procuram ajuda, além da preocupação sobre a sua saúde e a do seu bebê, estão também em busca de uma compreensão mais ampla e abrangente da sua situação, pois para elas e suas famílias o momento da gravidez e do parto, em particular, é único na vida e carregado de fortes emoções. A experiência vivida por elas neste momento pode deixar marcas indeléveis, positivas ou negativas, para o resto das suas vidas.&#xD;
Por isso, torna-se imprescindível a qualificação da atenção à gestante, a fim de garantir que a decisão pela via de parto considere os ganhos em saúde e seus possíveis riscos, de forma claramente informada e compartilhada entre a gestante e a equipe de saúde que a atende.</summary>
    <dc:date>2017-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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