<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
  <title>DSpace Coleção:</title>
  <link rel="alternate" href="http://repositorio.asces.edu.br/handle/123456789/2015" />
  <subtitle />
  <id>http://repositorio.asces.edu.br/handle/123456789/2015</id>
  <updated>2025-10-24T00:03:47Z</updated>
  <dc:date>2025-10-24T00:03:47Z</dc:date>
  <entry>
    <title>Saúde do homem em debate</title>
    <link rel="alternate" href="http://repositorio.asces.edu.br/handle/123456789/2297" />
    <author>
      <name>GOMES, Romeu</name>
    </author>
    <id>http://repositorio.asces.edu.br/handle/123456789/2297</id>
    <updated>2019-10-10T20:51:40Z</updated>
    <published>2011-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Saúde do homem em debate
Autor(es): GOMES, Romeu
Resumo: Os primeiros estudos sobre a saúde de homens surgiram em fins dos anos 70 do século passado nos Estados Unidos. Esses estudos, quase que exclusivamente centrados em déficits de saúde, tiveram dificuldades para conseguir uma ampla divulgação. Talvez isso tenha ocorrido porque os dados evidenciaram uma certa dualidade, que poderia ser interpretada de maneira equivocada: se, como grupo, os homens estavam em desvantagem em relação às mulheres em termos de taxas de morbimortalidade, em contrapartida, constatava-se que eles detinham mais poder do que elas em todos níveis de classes socioeconômicas (Courtenay &amp; Keeling, 2000). Para se lidar com essa e outras questões, foi preciso, ao longo do final do século passado e início do atual, ampliar a discussão para além das instâncias puramente biológicas ou epidemiológicas. A partir dos anos 90, a discussão desta temática passou a refletir, entre outros aspectos, a singularidade do ser saudável e do ser doente entre segmentos masculinos, sem perder a perspectiva relacional de gênero, buscando uma saúde mais integral do homem (Courtenay, 2000; Schraiber, Gomes &amp; Couto, 2005).</summary>
    <dc:date>2011-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Política nacional de atenção integral à saúde do homem</title>
    <link rel="alternate" href="http://repositorio.asces.edu.br/handle/123456789/2030" />
    <author>
      <name>BRASIL, Ministério da Saúde</name>
    </author>
    <id>http://repositorio.asces.edu.br/handle/123456789/2030</id>
    <updated>2019-07-12T20:54:41Z</updated>
    <published>2009-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Política nacional de atenção integral à saúde do homem
Autor(es): BRASIL, Ministério da Saúde
Resumo: No ano em que o Sistema Único de Saúde completa vinte e um anos, o Ministério&#xD;
da Saúde estabelece como prioridade a proteção à população jovem e adulta&#xD;
masculina, lançando a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem, desenvolvida&#xD;
em parceria entre gestores do SUS, sociedades científicas, sociedade civil&#xD;
organizada, pesquisadores, acadêmicos e agências de cooperação internacional.&#xD;
Tradicionalmente, o sistema de saúde tem dado prioridade à atenção a crianças&#xD;
e a mulheres – e, mais recentemente, também aos idosos – considerando-os como&#xD;
estratos mais frágeis da sociedade.&#xD;
Os homens, de forma geral, habituaram-se a evitar o contato com os espaços&#xD;
da saúde, sejam os consultórios médicos, sejam os corredores das unidades de saúde&#xD;
pública, orgulhando-se da própria invulnerabilidade. Avessos à prevenção e ao autocuidado,&#xD;
é comum que protelem a procura de atendimento, permitindo que os casos se&#xD;
agravem e ocasionando, ao final, maiores problemas e despesas para si e para o sistema&#xD;
de saúde, que é obrigado a intervir nas fases mais avançadas das doenças.</summary>
    <dc:date>2009-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Reforma psiquiátrica e política de saúde mental no Brasil</title>
    <link rel="alternate" href="http://repositorio.asces.edu.br/handle/123456789/2029" />
    <author>
      <name>BRASIL, Ministério da Saúde</name>
    </author>
    <id>http://repositorio.asces.edu.br/handle/123456789/2029</id>
    <updated>2019-07-12T20:54:21Z</updated>
    <published>2005-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Reforma psiquiátrica e política de saúde mental no Brasil
Autor(es): BRASIL, Ministério da Saúde
Resumo: A Reforma Psiquiátrica é processo político e social complexo, composto de atores,&#xD;
instituições e forças de diferentes origens, e que incide em territórios diversos, nos governos&#xD;
federal, estadual e municipal, nas universidades, no mercado dos serviços de saúde, nos conselhos&#xD;
profissionais, nas associações de pessoas com transtornos mentais e de seus familiares, nos&#xD;
movimentos sociais, e nos territórios do imaginário social e da opinião pública. Compreendida&#xD;
como um conjunto de transformações de práticas, saberes, valores culturais e sociais, é no cotidiano&#xD;
da vida das instituições, dos serviços e das relações interpessoais que o processo da Reforma&#xD;
Psiquiátrica avança, marcado por impasses, tensões, conflitos e desafios.&#xD;
Nas páginas seguintes, fazemos o esforço de descrição dos principais componentes da&#xD;
história da Reforma Psiquiátrica no Brasil, com destaque para o processo de delineamento&#xD;
progressivo da política de saúde mental do Ministério da Saúde, alinhada com os princípios da&#xD;
Reforma.</summary>
    <dc:date>2005-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Portaria nº 2.528 de 19 de outubro de 2006</title>
    <link rel="alternate" href="http://repositorio.asces.edu.br/handle/123456789/2028" />
    <author>
      <name>BRASIL, Ministério da Saúde</name>
    </author>
    <id>http://repositorio.asces.edu.br/handle/123456789/2028</id>
    <updated>2019-07-12T20:53:59Z</updated>
    <published>2006-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Portaria nº 2.528 de 19 de outubro de 2006
Autor(es): BRASIL, Ministério da Saúde
Resumo: No Brasil, o direito universal e integral à saúde foi conquistado pela sociedade na Constituição 1988 e reafirmado com a criação do Sistema Único de Saúde (SUS), por meio da Lei orgânica da saúde nº 8.080/90. apor esse direito, entende-se o acesso universal e equânime a serviços e ações de promoção, proteção e recuperação de saúde, garantindo a integralidade da atenção, indo ao encontro das diferentes realidades e necessidades da saúde da população e dos indivíduos.</summary>
    <dc:date>2006-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
</feed>

