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  <title>DSpace Communidade: Trabalhos apresentados nos eventos Asces-Unita</title>
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  <subtitle>Trabalhos apresentados nos eventos Asces-Unita</subtitle>
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    <title>Anais do II Congresso Multiprofissional de Saúde: construção da nova realidade e as transformações na saúde Asces Unita, 29</title>
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    <updated>2024-04-10T20:09:48Z</updated>
    <published>2021-09-29T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Anais do II Congresso Multiprofissional de Saúde: construção da nova realidade e as transformações na saúde Asces Unita, 29
Autor(es): BEZERRA, Adrya Lúcia Peres
Resumo: O Ocimum b. L., popularmente conhecido como manjericão, alfavaca ou alfavaca-cheirosa, é uma planta medicinal aromática, de valor econômico mundial. No Brasil é usada como tempero, utilizada na medicina popular e associada à produção de formas farmacêuticas à serem administradas em indivíduos. Questiona-se a toxicidade do material orgânico escolhido em comparação ao convencional para esses fins. Objetivo: Avaliar a toxicidade do extrato bruto seco do manjericão orgânico e comparar a mesma com o manjericão convencional. Material e Métodos: Trata-se de um estudo experimental e laboratorial, do tipo pesquisa-ação. As amostras vegetais foram provenientes de fornecedores idôneos, sendo atestada de acordo com as recomendações da farmacopéia brasileira, diante isto a mesmas passaram por ensaios laboratoriais que avaliaram sua toxicidade. O presente estudo foi realizado nos laboratórios do Centro Universitário Tabosa de Almeida (ASCES-UNITA), em Caruaru-PE. Possui um delineamento do tipo experimental laboratorial, no qual foi avaliado o potencial toxicológico agudo do extrato bruto seco das folhas do Ocimum basilicum L. produzido por cultivo orgânico em comparação ao convencional. O exsicato foi depositado no Horto Botânico do Instituto de Pesquisa Agronômica de Pernambuco (IPA-PE). Resultado: Em termos comparativos verificou-se que os extratos advindos da planta obtida por cultivo orgânico possuem perfil toxicológico diferente do obtido de modo convencional. Quando comparado ao manjericão orgânico, o convencional apresentou maior toxicidade de acordo com o ensaio, sendo sua CL50: 775,459 956 μg/mL com toxicidade crescente em todas em todas as concentrações. Quanto a mobilidade e número de _A. salina_ vivas em consequências do aumento da concentração do extrato, pode-se observar diminuição em todas as concentrações. Discussão: Um estudo realizado com extrato da folha do manjericão convencional, buscou determinar também a toxicidade frente a Artemia salina Leach e o mesmo o caracteriza como levemente tóxico. A diferença de toxicidade quando comparado ao orgânico, que é praticamente atóxico pode ser justificada pelo processo de produção de produção sem a presença de um agente agrotóxico, assim, há diminuição do estresse da planta uma vez que ela é cultivada em um ambiente com as melhores condições propícias para o seu crescimento no tempo hábil, sem haver estimulação do ciclo da planta. Avaliando o extrato metanólico das folhas da espécie orgânica foi possível determinar que o extrato testado não é tóxico para Artemia salina Leach (com CL50 igual 926,459 956μg/mL). Sendo considerados praticamente atóxico, diferentemente do extrato obtido por cultivo convencional. Conclusão: Dado os resultados, conclui-se, que o manjericão na sua forma orgânica quando comparado ao convencional, apresenta menor toxicidade.&#xD;
Esses dados corroboram com o avanço de pesquisas que buscam o uso do manjericão na sua forma orgânica como fitoterápico e demais formas de uso.</summary>
    <dc:date>2021-09-29T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>VI Congresso de Educação Física. Esporte: Impressões e Expressões</title>
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    <updated>2021-10-19T15:34:47Z</updated>
    <published>2015-09-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: VI Congresso de Educação Física. Esporte: Impressões e Expressões
Autor(es): LEONÍDIO, Luciano; GRANVILLE, Roberta de; VIANA, Marcelo</summary>
    <dc:date>2015-09-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>29ª edição do Encontro Nacional de Recreação e Lazer (ENAREL)</title>
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    <updated>2021-10-19T15:23:16Z</updated>
    <published>2017-11-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: 29ª edição do Encontro Nacional de Recreação e Lazer (ENAREL)
Resumo: No período de 15 a 18 de novembro de 2017, o Centro Universitário Tabosa de Almeida (Asces-Unita), realizou, no município de Caruaru-PE, a 29ª edição do Encontro Nacional de Recreação e Lazer (ENAREL). Nesta edição, ”Lazer e Urbanização: Viver Comunidade” foi a temática central do evento, em torno da qual foi desenvolvida programação científica e cultural diversificada.</summary>
    <dc:date>2017-11-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Anais do VI Congresso de Fisioterapia e II Simpósio de Saúde Coletiva da Faculdades Asces: Rede de atenção em saúde: do cuidado domiciliar a assistência hospitalar</title>
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      <name>SANTOS, Francisco</name>
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      <name>FERRAZ, Natália</name>
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    <updated>2020-08-12T19:45:21Z</updated>
    <published>2015-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Anais do VI Congresso de Fisioterapia e II Simpósio de Saúde Coletiva da Faculdades Asces: Rede de atenção em saúde: do cuidado domiciliar a assistência hospitalar
Autor(es): SANTOS, Francisco; FERRAZ, Natália
Resumo: Com o intuito de garantir o acesso universal, o fluxo de usuários de maneira eficaz, com a redução dos custos e do tempo entre um serviço de saúde e outro, vem se discutindo a formação de Redes de Atenção à Saúde (RAS) da população. No Brasil há diversos marcos históricos para essa discussão, contudo o arcabouço jurídico-conceitual da introdução da temática é a portaria 4.279 de 30 de dezembro de 2010. No documento são apresentadas as diretrizes para a construção de um sistema de saúde que supere a lógica da fragmentação assistencial vigente.</summary>
    <dc:date>2015-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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