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Título: Soroprevalência e fatores de risco para o vírus da imunodeficiência humana (HIV), vírus da hepatite c (HCV), vírus da hepatite b (HBV) e treponema pallidum em presidiários do município de Caruaru-PE
Autor(es): SILVA, Gleidisson Soares da
SOUZA, José Vanderlam da Silva
SILVA, Kassy Jhons de Souza
Palavras-chave: HIV
Treponema pallidum
Hepatitis B virus
Hepatitis C virus
Data do documento: 30-Dez-2017
Resumo: A população prisional é considerada como tendo alto risco em adquirir infecções como HIV, hepatite B, hepatite C e outras IST’s, devido ao uso de drogas injetáveis, compartilhamento de utensílios, práticas sexuais sem preservativos. Objetivo: determinar a soroprevalência para o HIV, HCV, HBV e Treponema pallidum nos detentos do Presídio Juíz Plácido de Souza, no Município de Caruaru-PE, no período de dezembro de 2016 a setembro de 2017. Materiais e métodos: A população estudada foi composta por detentos que foram convocados pela equipe de saúde do presídio, para a realização dos testes rápidos para a pesquisa do anti-HIV, do anticorpo anti-treponema pallidum, do anti-HCV e do HBsAg. Foi realizada uma entrevista com os detentos, com perguntas relacionadas às formas de transmissão dos agentes etiológicos avaliados. Os resultados foram armazenados e avaliados pelo Excel. Resultados: O anti-HIV foi encontrado em 1,18% (10/847), anti-HCV em 0,24% (2/847), HBsAg em 0,35% (3/847) e o anti-treponema pallidum em 8,31% (68/806). Dos 10 detentos que se mostraram anti-HIV reagente, 02 (20%) mostraram-se coinfectados com anticorpos anti-treponema palidum. Dos 112 detentos caracterizados, 53,3% tinham menos de 30 anos; 64,3% relataram tatuagem; 6,25% já usaram drogas injetáveis; 37,49% usaram droga intranasal e 41,96% não tinham o hábito de usar preservativo nas relações sexuais. Conclusão: Foram encontrados detentos com infecções relevantes para a saúde pública e que necessitam de apoio, monitoramento e tratamento. Todavia, a maioria dos avaliados está susceptível às infecções avaliadas, devendo ser pensado em estratégias de prevenção, visto que há fatores associados à transmissão desses agentes etiológicos no interior da penitenciária e que pode aumentar quando há compartilhamento de pavilhões.
URI: http://repositorio.asces.edu.br/handle/123456789/1244
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